Como queremos nos tornar pessoas melhores, conscientes, se nem ao menos nos damos ao luxo de conhecermos uns aos outros?
O maior problema de tudo isso é que esquecemos que os outros precisam de nós tanto quanto precisamos deles. Somos todos seres em evolução e muitas vezes, possuímos os mesmos defeitos ou limitações. Por isso a necessidade de procurar o novo, de estarmos todos juntos, de seguir a finco o ensinamento “amar aos outros como a si mesmo” da melhor forma possível. Afinal, estamos no mesmo barco.
Dessa forma, o voluntariado torna-se parte essencial do desenvolvimento da nova cidadania, em que, as pessoas ajudando-se, não esperando reconhecimento ou algo em troca, teremos um mundo muito melhor a cada dia. A caridade nem sempre vem de fontes financeiras, mas pode ser feita por uma palavra amiga ou até mesmo por um gesto de gentileza, o importante é participar das coisas que acontecem ao nosso redor.
Muitos que começam a voluntariar acabam desistindo, tem gente que vê como perda de tempo, que é tolice fazer algo sem ser remunerado ou até mesmo, desanimam por perder ou deixar de fazer algo pela responsabilidade. Os principais fatores, que tornam-se decisivos, são a responsabilidade, a vontade e o respeito. Afinal, até onde queremos chegar?!
Por isso é tão importante conhecer instituições de caridade que trabalham de formas e possuem abrangências diferentes, entender suas dificuldades, forças e fraquezas e o mais importante de tudo: reconhecer a importância desses trabalhos. E é exatamente isso que tanto queremos aprender com o próximo!
No começo não fazia idéia de como seria o Grupo do Espírito Voluntário, mas desde então, ao começar a participar dos bate-papos descontraídos, que nos aprimoram pessoal e profissionalmente, sinto-me lisonjeada de fazer parte (e de ficar dando um jeito de trazer mais pessoas, hehe) de um grupo tão centrado a formação dos cidadãos conscientes e voluntários.

Nenhum comentário:
Postar um comentário